GERALDO LUCAS EVANGELISTA, um capítulo novo na História do Brasil
Gilberto Freire de Melo
Quando Pe. João Penha chegou a Macau, pelo início da década de 50, do século passado, deu início à uma maratona de humanização dos seus fiéis, até então entregues a uma pregação religiosa milenar, endereçada ao homem das cavernas. Encontrou a população ativa de Macau ameaçada pela mecanização das salinas e a juventude entregue a ninguém, convivendo com um sistema de ensino que acabava no curso primário, o que não era diferente com o Vale do Açu, exceção feita à cidade pólo, que já contava com o Colégio “Nsa. Sra. das Vitórias”.
Começou despertando as lideranças sindicais, fortalecendo-as, e alertando a população para o problema de mecanização das salinas, um advento que chegou e cujos efeitos catastróficos ainda não foram superados. Criou o Grupo dos Escoteiros e partiu para um tipo de educação civilizatória, aliada ao curso ginasial que despertou na população um afoitismo até aí hibernado e animado pela única esperança de melhores dias quando chegasse ao Reino dos Céus.
A convocação dos habitantes, para o engajamento na olimpíada do conhecimento, despertou, especialmente nos jovens, o entusiasmo pelo movimento evolucionista e contagiou as paróquias vizinhas que se arrojaram na campanha prioritária da humanização, absorvendo as orientações evolutivas de D. Hélder Câmara, o príncipe religioso que fez balançar os alicerces milenares do Vaticano e cujos efeitos não se estenderam para além da sua morte.
Pondo em seus lugares cada liderança surgente, Pe. Penha entregou a Geraldo Lucas o Grupo de Escoteiros que se debruçou sobre uma plataforma educacional evolutiva, priorizando a humanização e anunciando mudanças que se podiam reivindicar com os esforços próprios e que exigiam o despertar de um marasmo eminentemente maléfico ao futuro e aos destinos da população.
Afastando-se eventualmente da chefia dos escoteiros, Geraldo Lucas enveredou pelas vocações sacerdotais e foi para o seminário religioso, embalado pelas ações paroquiais do Vale do Açu, onde frutificava a predominância da humanização sobre a evangelização, comandada por Pe. João Penha., em Macau, Pe. José Luiz, em Pendências e Pe. Américo Simonetti, em Açu, que, tendo como base sustentável os sábios ensinamentos de D. Hélder, privilegiavam a busca do pão sobre o domínio da fé.
Assim, já no Seminário Maior, Geraldo Lucas, desencantado com a pregação da Igreja Católica Secular que dava a Bíblia a quem implorava o pão de cada dia, renunciou sacerdócio e voltou a se engajar no enfrentamento dos problemas que afligiam a população de Macau e do Vale do Açu.
Empenhou-se no trabalho de Pe. Penha e, com a experiência adquirida, foi convocado pela comunidade de Pendências para montar a infra-estrutura do Ginásio “Monsenhor Honório”, cuja criação já engatinhava e que era a menina dos olhos de Pe. Zé Luiz. Foi aí, já casado com a Professora Maria do Socorro, que fica rememorando essas batalhas cujos méritos não foram ainda atribuídos ou identificados, que viu, em 1967, a criação do Ginásio de Pendências, de que participou com todo o seu potencial..
Posteriormente, encontramo-lo Professor de História em Natal, com a mesma coragem que demonstrava, dando asas a informações até então engavetadas nas salas de aula, cujos professores não tinham autorização para repassar aos estudantes. E Geraldo ou Geraldão como passou a ser chamado por colegas e por alunos, teve o topete de revelar que D. João VI assaltou o Banco do Brasil, que Bernardo Vieira de Melo, Domingos Jorge Velho, os irmãos José e Manoel de Moraes Navarro, aliados aos “Bandeirantes Paulistas”, não passaram de seqüestradores de escravos, assaltantes e saqueadores dos bens dos índios, assassinando-os e estuprando suas mulheres que, não sendo batizados, não tinham alma, o que eximia esses carrascos de qualquer pena por crime ou pecado, além de várias outras classificações criminosas que minimizariam os pecados dos atuais Fernandinhos-Beira-Mar e seus asseclas.
Foi esse o Geraldo Lucas que conhecemos e que, aliado aos seus contemporâneos, repetiremos este depoimento em qualquer instância ou tribunal.
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
sábado, 19 de dezembro de 2009
CRÔNICA DO BLOG
ADEUS FELIZ ANO VELHO! BEM VINDO FELIZ ANO NOVO!

O ANO VELHO APROXIMA-SE DO FIM E AOS EMPURRÕES LÁ SE VAI FINDANDO. PARA ALGUNS NÃO DEIXA GRANDES SAUDADES NEM HERDEIROS DISPOSTOS A ENTORNAR OUTRA COISA QUE NÃO SEJAM LÁGRIMAS DE CROCODILO, ARREPENDIMENTOS, FRUSTRAÇÕES, PESO DA CRUZ. PARA OUTROS, MUITAS RECORDAÇÕES BOAS E INESQUECÍVEIS. COMO DIZIA TIM MAIA EM UMA DE SUAS MAGNÍFICAS CANÇÕES: “E na vida a gente tem que entender Que um nasce pra sofrer Enquanto o outro ri...”E, NESSE JOGO DE DIAS E NOITES, RISOS E LÁGRIMAS, SUCESSO E INSUCESSO, FELIZES SÃO AQUELES QUE APRENDEM AS LIÇÕES DA VIDA! PARA ISSO, NÃO É NECESSÁRIO CURSO SUPERIOR, APRESENTAÇÃO DE MONOGRAFIA, DIPLOMA DE MESTRE OU DOUTOR.
NAS AULAS DA VIDA AS PESSOAS CRITERIOSAS APRENDEM A AGIR COM BOA FÉ SEM SE ENVAIDECER COM COISINHAS NANICAS(miudinhas)E PASSAGEIRAS, ELAS PASSAM, ELAS PENSAM ANTES DE PROVACAR VULCÕES OU VOMITAR ESTUPIDEZ. NÃO SE VESTEM DE SABEDORIA E CERTEZA, MAS DE HUMILDADE, NÃO SE SENTEM INSUBSTITUÍVEIS, NÃO MENOSPREZAM, NÃO COMPACTUAM COM AVAREZA E NÃO SE DESTEMPERAM COM O PODER.
PESSOAS CRITERIOSAS ATUAM PARA NÃO CAIREM NO BURLESCO E SE ENCOLHER SORUMBÁTICAMENTE, COMO ACONTECEU E ACONTECE COM MUITOS NA CIDADADEZINHA DOS LEQUES VERDEJANTES E NOS AREDORES DA MESMA. FALAR DEMAIS, APONTAR, JULGAR, DEFAMAR OU QUALQUER OUTRA AÇÃO REPUGNANTE, SEJA NA POLITICAGEM OU FORA DELA, ACABARÁ VOLTANDO AO SEU DEVIDO LUGAR, COMO DIZ O ANTIGO PROVÉRBIO: “Quem com ferro fere com ferro será ferido...” DEUS NÃO DORME, ELE RESPONDE COM UM TEMPO A TUDO, TODOS SALDAM SEUS DÉBITOS NESSE TORRÃOZINHO, COM CRISE OU SEM CRISE.
AINDA QUE AS BOCAS SE VEJAM ENGAIOLADAS E AS EDIÇÕES JORNALESCAS NÃO SAIAM A PRAÇA PROPAGANDO PEQUENÍSSIMAS VERDADES E MUITAS GABOLICES TODOS SABEM, TODOS SENTEM, TODOS VEEM.
EU DESEJO QUE 2010 SEJA PRODUTIVO, QUE TENHA COMEÇO MEIO E FIM, QUE TENHA PAZ, QUE CONTINUE florindo AMOR NOS CORAÇÕES DOS BONS E NOS OUTROS, DEUS PARA REPROVAR... Felizes os que vivem um dia depois do amanhã.
Josélia Coringa

O ANO VELHO APROXIMA-SE DO FIM E AOS EMPURRÕES LÁ SE VAI FINDANDO. PARA ALGUNS NÃO DEIXA GRANDES SAUDADES NEM HERDEIROS DISPOSTOS A ENTORNAR OUTRA COISA QUE NÃO SEJAM LÁGRIMAS DE CROCODILO, ARREPENDIMENTOS, FRUSTRAÇÕES, PESO DA CRUZ. PARA OUTROS, MUITAS RECORDAÇÕES BOAS E INESQUECÍVEIS. COMO DIZIA TIM MAIA EM UMA DE SUAS MAGNÍFICAS CANÇÕES: “E na vida a gente tem que entender Que um nasce pra sofrer Enquanto o outro ri...”E, NESSE JOGO DE DIAS E NOITES, RISOS E LÁGRIMAS, SUCESSO E INSUCESSO, FELIZES SÃO AQUELES QUE APRENDEM AS LIÇÕES DA VIDA! PARA ISSO, NÃO É NECESSÁRIO CURSO SUPERIOR, APRESENTAÇÃO DE MONOGRAFIA, DIPLOMA DE MESTRE OU DOUTOR.

NAS AULAS DA VIDA AS PESSOAS CRITERIOSAS APRENDEM A AGIR COM BOA FÉ SEM SE ENVAIDECER COM COISINHAS NANICAS(miudinhas)E PASSAGEIRAS, ELAS PASSAM, ELAS PENSAM ANTES DE PROVACAR VULCÕES OU VOMITAR ESTUPIDEZ. NÃO SE VESTEM DE SABEDORIA E CERTEZA, MAS DE HUMILDADE, NÃO SE SENTEM INSUBSTITUÍVEIS, NÃO MENOSPREZAM, NÃO COMPACTUAM COM AVAREZA E NÃO SE DESTEMPERAM COM O PODER.
PESSOAS CRITERIOSAS ATUAM PARA NÃO CAIREM NO BURLESCO E SE ENCOLHER SORUMBÁTICAMENTE, COMO ACONTECEU E ACONTECE COM MUITOS NA CIDADADEZINHA DOS LEQUES VERDEJANTES E NOS AREDORES DA MESMA. FALAR DEMAIS, APONTAR, JULGAR, DEFAMAR OU QUALQUER OUTRA AÇÃO REPUGNANTE, SEJA NA POLITICAGEM OU FORA DELA, ACABARÁ VOLTANDO AO SEU DEVIDO LUGAR, COMO DIZ O ANTIGO PROVÉRBIO: “Quem com ferro fere com ferro será ferido...” DEUS NÃO DORME, ELE RESPONDE COM UM TEMPO A TUDO, TODOS SALDAM SEUS DÉBITOS NESSE TORRÃOZINHO, COM CRISE OU SEM CRISE.
AINDA QUE AS BOCAS SE VEJAM ENGAIOLADAS E AS EDIÇÕES JORNALESCAS NÃO SAIAM A PRAÇA PROPAGANDO PEQUENÍSSIMAS VERDADES E MUITAS GABOLICES TODOS SABEM, TODOS SENTEM, TODOS VEEM.
EU DESEJO QUE 2010 SEJA PRODUTIVO, QUE TENHA COMEÇO MEIO E FIM, QUE TENHA PAZ, QUE CONTINUE florindo AMOR NOS CORAÇÕES DOS BONS E NOS OUTROS, DEUS PARA REPROVAR... Felizes os que vivem um dia depois do amanhã.
Josélia Coringa
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Inclusão do Livro Manoel Torquato, de minha autoria, no acervo da UFRJ, para consulta.
Recebi, nesta data, mensagem de Ary Medeiros, professor e pesquisador potiguar atualmente na UFRJ, comunicando a inclusão do nosso trabalho MANOEL TORQUATO - Herói e Vítima da Guerrilha, que transcrevo para conhecimento de quem interessa possa:
"Caro Gilberto, para lembrar a sua contribuição em estudos sobre os movimentos populares do Brasil, envio, anexo, cópia do registro do livro MANOEL TORQUATO - Herói e Vítima da Guerrilha, de sua autoria que se encontra na BASE MINERVA, à disposição dos alunos e pesquisadores da UFRJ, para consulta. Forte abraço. Ary Medeiros".
É muita honra para um pobre diabo analfadiabético. Muito Grato, Ary.
Para quem não conhece, Ary Medeiros é de Angicos, parente do poeta Zé Moisés Grilo, que dispensa comentários. Gilberto Freire de
elo.
"Caro Gilberto, para lembrar a sua contribuição em estudos sobre os movimentos populares do Brasil, envio, anexo, cópia do registro do livro MANOEL TORQUATO - Herói e Vítima da Guerrilha, de sua autoria que se encontra na BASE MINERVA, à disposição dos alunos e pesquisadores da UFRJ, para consulta. Forte abraço. Ary Medeiros".
É muita honra para um pobre diabo analfadiabético. Muito Grato, Ary.
Para quem não conhece, Ary Medeiros é de Angicos, parente do poeta Zé Moisés Grilo, que dispensa comentários. Gilberto Freire de
elo.
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
Monsenhor AMÉRICO SIMONETTI
Conhecemo-nos quando o Açu ainda tinha para exibir:
- A inteligência Excepcinal de Osvaldo Amorim;
- Os manifestos radicais de João Lins Caldas;
- As crises boêmias de Renato Caldas;
- Os eventos saudados com versos e glosas dos poetas locais;
- A genialidade modesta de Demóstenes Amorim;
- A intelectualidade de Expedito Silveira;
- A saudade de Moysés Sésyom;
- A sede dos Escoteiros;
- O Plano de Valorização do Vale do Açu;
- Os argumentos jurídicos de Lou npo Júri Popular;
- A gráfica medieval de Cabralzinho;
- A ética incontestável de Sandoval Martins;
- A terniura angelical de Cecéu Amorim;
- O charme pertuado de Enói Amorim;
- A inteligência hibernada de A Vara;
- A integridade moral de Miga Fonseca;
- As bandas internacionais de Costa Leitão;
- O show de dança em boleros de Carlos Aladim;
- As aulas de Português de D. Glorinha;
- A surpresa andidemocrática do Golpe Militar;
- Os projetos de irrigação de D. Eliseu;
- Os bares de Lourival Duda, João Nogueira e Sebastião Alves;
- A candura sa garçonete Cândida Nogueira;
- As cajazeiras de Rui Soares;
- Os tiragostos de cabidela de Chiquito Macedo;
- A chegada da Fundação SESP;
Convivendo com todo esse manancial, éramos conduzido por Pe. Américo numa época de transição em que João XXIII embaralhava as cartas e D. Helder Câmara as distribuía
para D. Eliseu, Pe. Américo, Pe. Zé Luiz e Pe. João Penha, aqui na Várzea do Açu montarem o esquema preparatório para uma espécie ainda nanica de modernização. Assim, os fiéis religiosos da Várzea do Açu passaram a ser tratados com uma dose de humanização superior às da evangelização catequética que ainda não se projetara para além da Idade Média.
Em Mosóró, D. Eliseu carreava para o Vale do Açu, tuydo quanto houvesse de projetos e de práticas de irrigação; Pe. Américo, no Açu, implantava a educação de base nas comunidades rurais, os serviços de comunicação através dos radinhos de pilha e de serviços telefônicos, quando, à éoca, só exisitia a precariedade dos Correios e Telégrafos; Pe. Zé Luiz, em Pend~encias,, humanizava mais que evangelizava, e já celebrava as missas em portugês e de frente para a platéia; Pe. João Penha, em Macau, preparava os operários da messe para o enfrentamento da mecanização das salinas e do Porto Ilha, criando o ensino de Segundo Grau.
Foi assim que nós, os beradeiros do Vale do Açu, fomos preparados para ver o homem pousar na lua, para as novidades da chamada Nova Igreja, para a era do cinesmascoipe e da televisão, para a entrada triunfal do iê-iê-iê, e não sucumbimos com as angústias dastorturas do Golpe Militar, para o advento do ano dois mil sem traumas maiores na transição universal.
Gilberto Freire de Melo
- A inteligência Excepcinal de Osvaldo Amorim;
- Os manifestos radicais de João Lins Caldas;
- As crises boêmias de Renato Caldas;
- Os eventos saudados com versos e glosas dos poetas locais;
- A genialidade modesta de Demóstenes Amorim;
- A intelectualidade de Expedito Silveira;
- A saudade de Moysés Sésyom;
- A sede dos Escoteiros;
- O Plano de Valorização do Vale do Açu;
- Os argumentos jurídicos de Lou npo Júri Popular;
- A gráfica medieval de Cabralzinho;
- A ética incontestável de Sandoval Martins;
- A terniura angelical de Cecéu Amorim;
- O charme pertuado de Enói Amorim;
- A inteligência hibernada de A Vara;
- A integridade moral de Miga Fonseca;
- As bandas internacionais de Costa Leitão;
- O show de dança em boleros de Carlos Aladim;
- As aulas de Português de D. Glorinha;
- A surpresa andidemocrática do Golpe Militar;
- Os projetos de irrigação de D. Eliseu;
- Os bares de Lourival Duda, João Nogueira e Sebastião Alves;
- A candura sa garçonete Cândida Nogueira;
- As cajazeiras de Rui Soares;
- Os tiragostos de cabidela de Chiquito Macedo;
- A chegada da Fundação SESP;
Convivendo com todo esse manancial, éramos conduzido por Pe. Américo numa época de transição em que João XXIII embaralhava as cartas e D. Helder Câmara as distribuía
para D. Eliseu, Pe. Américo, Pe. Zé Luiz e Pe. João Penha, aqui na Várzea do Açu montarem o esquema preparatório para uma espécie ainda nanica de modernização. Assim, os fiéis religiosos da Várzea do Açu passaram a ser tratados com uma dose de humanização superior às da evangelização catequética que ainda não se projetara para além da Idade Média.
Em Mosóró, D. Eliseu carreava para o Vale do Açu, tuydo quanto houvesse de projetos e de práticas de irrigação; Pe. Américo, no Açu, implantava a educação de base nas comunidades rurais, os serviços de comunicação através dos radinhos de pilha e de serviços telefônicos, quando, à éoca, só exisitia a precariedade dos Correios e Telégrafos; Pe. Zé Luiz, em Pend~encias,, humanizava mais que evangelizava, e já celebrava as missas em portugês e de frente para a platéia; Pe. João Penha, em Macau, preparava os operários da messe para o enfrentamento da mecanização das salinas e do Porto Ilha, criando o ensino de Segundo Grau.
Foi assim que nós, os beradeiros do Vale do Açu, fomos preparados para ver o homem pousar na lua, para as novidades da chamada Nova Igreja, para a era do cinesmascoipe e da televisão, para a entrada triunfal do iê-iê-iê, e não sucumbimos com as angústias dastorturas do Golpe Militar, para o advento do ano dois mil sem traumas maiores na transição universal.
Gilberto Freire de Melo
ZELITO CORINGA HOJE NA TV COM/SC
O músico Zelito Coringa está em Floripa para uma série de apresentações.
Hoje às 16 h dará entrevista ao Programa Estúdio 36 - TV COM afiliada da Rede Globo - SC. No finalzinho da tarde visitará os estúdios da FM Campestre 98,3 e participará de um bate papo ao vivo. O compositor e poeta Potiguar é natural da cidade de Carnaubais, e trouxe para o CD Bendita Companhia – a canção Xote Lindo - em parceria com Marcoliva e Rafael Calegari, divide ainda com o guitarrista Joubert Narciso, Caio Muniz e cantora Tatiana Cobbett uma penca de canções inéditas. Zelito Coringa faz show no Espaço Carijó de Artes – Dia 24 (Sábado) às 21 h. Vale a pena conferir.
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
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